Arquivo | janeiro, 2011

Conselheira amorosa FAIL.

11 jan

Acho engraçado quando ouço gente falar que não “consegue” namorar. Quando “acha” alguém, fica um tempo, mas larga por algumas diferenças entre si…
Namorar não é uma atividade que você testa, pra ver “se dá”. Eu sei que isso vindo de uma pessoa comprometida não convence.
Mas, assim como todas as pessoas amadas dizem, quando se acha a pessoa certa, tudo dá lugar a tudo.

Acontece que, os homens, querem aquela mulher cobiçada por milhares, que cozinhe, fale pouco, compre pouco e se troque rápido. É, se troque rápido mas fique A GOSTOSA.
E as mulheres procuram caras sensíveis. Tem que ler seus pensamentos, levar café na cama, completar as forminhas de gelo, não jogar futebol mas ter o corpo do Kaká. Essas coisas.

Aí vem a sensação depressiva de que essas pessoas não existem. Bom, a questão tá aí.
Eu comprovei de que existe. Mas só existirá de fato quando você também achar que sim.
Talvez, fulano não arrume a cama. Mas você não se importa com isso. A ex dele se importava.
Ele não arruma a cama mas sabe fazer a melhor caipirinha do mundo. Você ama. A ex só bebia refri.
Parece pequeno pra quem não namora…

Aquela balela de que até os defeitos são bons é verdade. Odeio ter de assumir que eu também acho isso.
São coisinhas tão bobas que a gente pensa: “Ah, deixa… eu também não sou a oitava maravilha do mundo.”
Quer dizer, são bobas se você ama. Se não, até um chinelo virado vira motivo de término.
E se ATÉ ISSO virou motivo… corre.

Não. Não sou a melhor conselheira amorosa. Acontece que eu já achei alguém que completa as forminhas de gelo.

Tchau.

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